sexta-feira, 7 de maio de 2010

LAMPIÂO HERÓI OU BANDIDO?







Descrição:

Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, foi morto em uma madrugada de julho de 1938, no sertão de Sergipe. Entre os policiais que atacaram o seu esconderijo, estavam José Lucena Maranhão, Ferreira de Melo, Teodureto Camargo e o Tenente João Bezerra. Lampião não foi o único e nem o primeiro cangaceiro a agir nos sertões nordestinos, mas, ao longo das décadas de 1920 e de 1930, tornou-se o mais conhecido. Com ele, esse tipo de banditismo rural ganhou notoriedade, principalmente porque atuava com autonomia em relação aos coronéis e porque passou a admitir a presença de mulheres nos bandos. Apesar de Lampião ser um notório "fora da lei", chegou a ser nomeado capitão das tropas legalistas na ação repressiva que o governo federal desfechou contra a Coluna Prestes, em 1926. Em 1938, o Tenente João Bezerra capturou um coiteiro (ajudante de cangaceiros) e, por seu intermédio, atacou de surpresa a Fazenda Angico, onde Lampião, Maria Bonita e seus companheiros se escondiam. O casal e mais 9 cangaceiros foram degolados, e suas cabeças expostas na igreja matriz de Santana do Ipanema, uma cidade próxima dali. A morte de Lampião acelerou a decadência do fenômeno do cangaço.


fotos:images.google.com.br

texto:www.museunacional.ufrj.br

quarta-feira, 28 de abril de 2010

WWF-SPACE MONKEY

Um chimpanzé é enviado em missão espacial da NASA e retorna 65 anos depois. A surpresa, porém, não é o que ele encontra no espaço, mas o que vê aqui. Acompanhe este belo comercial da WWF criado pela Leo Burnett.

Space Monkey from Leo Burnett on Vimeo.



texto:http://www.pitaco.com.br

campanha:www.wwf.org.br

MALCOLM ``X´´




A carta de Malcolm X


Muitos muçulmanos que foram abençoados com a realização do Hajj (peregrinação) falam com freqüência de como a jornada é uma experiência que muda as suas vidas.
Malcolm X, ou Al-Hajj Malik El-Shabazz, é um muçulmano que viu a luz do verdadeiro Islã através de seu Hajj (peregrinação), em abril de 1964. Ele fez a peregrinação que o ajudou a mudar completamente sua perspectiva sobre os brancos e o racismo.
Aqui estão trechos de uma carta que Malcolm X escreveu para seus leais assistentes no Harlem, do fundo de seu coração, contando a eles sua experiência. Nela, ele explica o que aconteceu durante sua jornada, que fez com que ele mudasse profundamente sua perspectiva sobre raça e racismo. Nós devemos ter em mente que esta carta foi escrita numa época em que a história dos afro-americanos na América estava em construção, uma época em que séculos de opressão estavam sendo discutidos e condenados em público.


Malcolm X - “Eu nunca tinha testemunhado tal sincera hospitalidade e irresistível espírito de verdadeira irmandade como é praticado por pessoas de todas as cores e raças nesta antiga Terra Sagrada, o lar de Abraão, Muhammad e todos os profetas das Escrituras Sagradas. Ao longo da última semana, eu fiquei sem palavras e fascinado pela benevolência que vejo demonstrada ao meu redor por pessoas de todas as cores.
“Havia dezenas de milhares de peregrinos, do mundo inteiro. Eles eram de todas as cores, de louros de olhos azuis, a africanos de pele negra. Mas estavam todos participando em um mesmo ritual, demonstrando o mesmo espírito de unidade e irmandade que minhas experiências na América me levaram a acreditar que nunca poderia existir entre o branco e o não-branco.
“A América precisa entender o Islã, porque esta é uma religião que apaga da sociedade o problema da raça. Através de minhas viagens no mundo islâmico, eu tenho encontrado, falado, e mesmo comido com pessoas que na América seriam consideradas brancas – mas a atitude ‘branca’ foi removida de suas mentes pela religião do Islã. Eu nunca tinha visto antes uma irmandade verdadeira e sincera praticada por todas as cores juntas, independentemente de suas cores.
“Durante os últimos onze dias aqui no mundo muçulmano, eu tenho comido do mesmo prato, bebido do mesmo copo, e dormido no mesmo tapete – enquanto oro para o mesmo Deus – com irmãos muçulmanos, cujos olhos eram os mais azuis dos azuis, cujo cabelo era o mais louro dos louros, e cuja pele era a mais branca das brancas. E nas palavras e nas ações e nos atos dos muçulmanos brancos, eu senti a mesma sinceridade que senti entre os muçulmanos negros africanos da Nigéria, Sudão e Gana.
“Eu pude ver disso, que talvez se os americanos brancos pudessem aceitar a Unicidade de Deus, então, talvez, eles pudessem aceitar na realidade a Unicidade do Homem – e parar de medir, obstruir e prejudicar outros em termos de suas ‘diferenças’ na cor.
“Por causa da iluminação espiritual que eu tive a bênção de receber como resultado de minha recente peregrinação à cidade sagrada de Meca, eu não aprovo mais acusações generalizadas a nenhuma raça. Estou agora me empenhando em viver a vida de um verdadeiro muçulmano. Eu devo repetir que eu não sou um racista e nem aprovo os princípios do racismo. Eu posso declarar com toda a sinceridade que eu não desejo nada além de liberdade, justiça e igualdade, vida, liberdade e busca da felicidade para todas as pessoas.

“Todos os louvores são para Deus, o Senhor de todos os Mundos."


Malcom X viu e experimentou muitas coisas positivas. A generosidade e grandeza de coração foram qualidades que o impressionaram pelas boas vindas que ele recebeu em muitos lugares que visitou em sua peregrinação a cidade sagrada.


Parte de texto publicado por: Islam house

quarta-feira, 21 de abril de 2010

CRACK,NEM PENSAR.


Todos estes profissionais lidam dia-a-dia com dependentes da droga, escute um pouco do que eles tem pra falar.

Dr. Marcos Jose Zaleski

Dra. Irma Rossa

Marcelo Lemos Dornelles


Campanha da RBS na internet.






videos retirados do site:http://zerohora.clicrbs.com.br

O JIMGLE MAIS SUJEIRA DO MUNDO.




retirado do site:http://www.youtube.com

FUMAR MATA!

Em cingapura isso é um problema muito sério, uma vez que lá não há limite de idade para fumar...



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fotos retiradas do site:http://spynet.ru

SUZANA VIEIRA: ARROGANTE,PRECONCEITUOSA E ANTI-NORDESTINA.

Se dúvida escute isso aqui

Por Thatiana Pimentel.


Com uma flor no cabelo, blusa de paetés e milhares de jóias, Suzana Vieira entrou no auditório Plínio Salgado, onde ocorreu a coletiva de imprensa com os atores da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, na noite da última quinta-feira, causando rebuliço. Já na porta, a atriz dá mostras que não é exatamente uma pessoa paciente e simpática: “Não, meu bem, vou primeiro conversar com os jornalistas, depois, se você quiser, a gente tira uma foto”, falou para algumas de suas inúmeras fãs presentes.

Um ponto para ela, que respeitou os repórteres que estavam esperando pela coletiva. Na hora de sentar, porém, outro problema: a cadeira era muito baixa. “Ai gente, vou sentar nisso não. Arrumem alguma cadeira mais alta!”, reclamou. Questão resolvida, Suzana começa a entrevista falando de sua Maria, que seria diferente das feitas em anos anteriores. “Queria uma personagem inconformada. Gente, o filho dela está morrendo, não posso ficar só chorando. Nenhuma mãe ficaria”.

Polêmica, ela revela que discorda que Jesus seja filho do Espirito Santo, como escrito na Bíblia. “Para mim, ele foi concebido por José e Maria e só depois Deus o escolheu para representar seu filho na terra”. Na primeira pergunta da noite, mais um “fora”. Uma criança presente na platéia pergunta: “E quem é Maria para você?”. Suzana retruca de pronto: “Meu filho, passei meia hora falando justamente isso”.

Segunda pergunta da noite: “Suzana, percebemos que você teve dificulade com a sincronia entre suas falas e o texto pré-gravado...”, ensaia um jornalista da Rádio Palmares. Antes dele concluir o raciocínio, outra resposta desconcertante da atriz. “Você foi o único jornalista que veio aqui fazer uma pergunta irritante. Parece com os repórteres cariocas. Errei sim, porque não estou acostumada. Esse sistema só existe aqui, até na Brodway usa-se microfones”, disse aspera e irônica.

Nessa hora, todos os jornalistas estavam com receio de fazer perguntas, mas, a partir daí, a entrevista fluiu bem. Falante, animada e impressionantemente bonita e conservada para sua idade (estima-se que ela tenha mais que 65 anos), Suzana afirmou que adorou conhecer Nova Jerusalém, que está morrendo de saudades do namorado, Sandro, e que está amando conhecer a família Pacheco. “São umas gracinhas”, disse.

Ela também revelou que seu filho, nora e neto mais velho, devem vir no próximo sábado, direto dos EUA, para ver o espetáculo. “Descobri que aqui no Recife vocês têm voo direto para Miami. Pedi para os meninos virem me assistir, porém eles voltam na segunda-feira. Pois é, a gente é rico né? A gente pode!”, afirmou, arrancando gargalhadas da platéria.

E as pérolas da atriz não param por aí. Entre um e outro comentário, Suzana disse que acha incrível como algumas pessoas do Nordeste, região que considera atrasada e miserável, conseguem subir na vida. “Quando fiz Maria do Carmo, na novela Senhora do Destino, quis mostrar uma nordestina que não é pobre, nem palhaça. As pessoas têm essa ideia daqui e quis fazer diferente”. Até agora me pergunto se isso foi um elogio ou uma crítica.

Suzana explicou ainda a causa da vermelhidão do seu olho esquerdo. “Fui tirar uma foto e acabei, eu mesma, enfiando um graveto no meu olho. Mas, amanhã vou para Caruaru. Me disseram que tem uns três bons médicos lá e que eu poderia me consultar com eles sem receio”. Por fim, na hora das fotos, mais uma “graça”. Ao tentar enquadrar a atriz, o fotógrafo demorou um pouco para achar o foco da máquina. Suzana, então, se irritou: “Meu filho, se você trabalhasse comigo, já estaria demitido”.

O que ficou dessa entrevista imprevisível foi a impressão de que a atriz é abusada, arrogante e impaciente. Mas, não esconde isso e não tem medo de falar sua opinião. Ou seja, de hipocrita, ninguém pode acusá-la.



retirado do site:www.diariodepernambuco.com.br