terça-feira, 20 de maio de 2008

usura não!!! reciprocidade sim!!!


quero informar á todos que acessam nosso blog, que por falta de tempo vou postar aqui artigos de outros blogs interessantíssimos, e sempre que possivel noticias de nossa cidade e região. e dizer também que nosso blog está junto com o treta na campanha contra links protegidos. `` na internet tudo se recria, mas tudo também tem sua fonte´´

Francisco Aguabella y Sus Tambores Bata - Cantos a los Orishas

extraido do blog batuquebrasileiro.
"Santeria (literalmente, caminhos dos santos - os termos preferidos entre praticantes incluem Lukumi e Regla de Ocha) é um conjunto de sistemas religiosos relacionados que funde crenças católicas com a religião tradicional Iorubá, praticada por escravos e seus descendentes em Cuba, no Brasil (onde o candomblé apresenta semelhanças com a santeria) e na República Dominicana , no Panamá e em centros de população latino-americana nos Estados Unidos como Florida, Nova York, e Califórnia . "Santeria" significa os "caminhos dos santos", originalmente um termo pejorativo aplicado pelos espanhóis para ridicularizar a devoção excessiva dos seguidores aos santos e à negligência de Deus. Os proprietários cristãos dos escravos não permitiram que praticassem suas várias religiões animistas África Ocidental. Os escravos encontraram uma maneira de contornar concluindo que os santos cristãos eram manifestações simplesmente diferentes de seus vários deuses. Os proprietários pensaram que seus escravos tinham se tornados bons cristãos e elogiavam os santos, quando na realidade continuavam suas práticas tradicionais...O ritual de Santeria é altamente secreto e transmitido oral primordialmente. As práticas conhecidas incluem sacrifício , dança extática, e invocações cantadas aos espíritos. As galinhas são a forma mais popular de sacrifício; seu sangue é oferecido aos orixás, ou a poucas divindades do guardião, que correspondem aos santos cristãos. A música do tambor, atabaques e dança são usadas para produzir um estado do transe nos participantes, que podem incorporar um orixá e até mesmo falar com sua voz. Os antepassados são tidos em alta estima na Santeria." Tirado de WikipédiaO primeiro a postar foi Compartilhe Candomblé, mas tive que postar também porque é muito bom, e bem didático. Cantos a los Orishas - RapidShare, Cantos a los Orishas - DivShare

Luciano Perrone - Batucada Fantástica (1963 )

texto cedido pela cliquemusic e extraido do blog batuquebrasileiro.
Luciano Perrone passou a vida batucando. Com muita classe. Baterista e percussionista desde a adolescência , Perrone foi um dos personagens decisivos para o desenvolvimento do que hoje é conhecido como "bateria de samba". Ainda que tenham tomado caminhos diversos, outros ilustres das baquetas como Edison Machado, Wilson das Neves, Pascoal Meirelles e Robertinho Silva devem bastante à escola por ele desenvolvida. Outros, como Oscar Bolão (a quem o baterista doou seus instrumentos há alguns anos), são declaradamente seguidores do seu estilo.Seu disco Batucada Fantástica é uma verdadeira aula de ritmos. Exclusivamente percussivo, contendo 22 faixas curtas (com um minuto de duração, em média), é o contraponto perfeito para a maneira de certa forma discreta de Perrone acompanhar: fazendo o básico com rigor e criatividade, sem invencionices e sem querer aparecer, consciente da importância de uma base sólida de sustentação rítmica para a música brasileira. cliquemusic Batucada Fantástica Divshare download Batucada Fantástica downloadRapidshare

Serge Gainsbourg

texto extraido do blog eu ovo.
Esse tal de Serge Gainsbourg é o cara. Ele influenciou gente como 'Pulp', 'Suede', 'Divine Comedy', 'My Bloody Valentine', 'St. Etienne', 'Stereolab', o pessoal do 'Mano Negra', 'Pizzicato Five', 'Cibo Mato' e 'Lucious Jackson'. Até mesmo Mike Patton e Beck são fãs do cara.Também pudera, por sua cama passaram Brigitte Bardot, Jane Barkin, Caterine Deneuve, Isabelle Adjani, France Gall, Françoise Hardy e Vanessa Paradis. Mas o cara é um excelente compositor e intérprete.Gainsbourg tanto influenciou outros artistas que nos últimos anos têm sido tema de coletânias diversas, tributos com bandas famosas, como 'Franz Ferdinand', e releituras de sua obra. Como é o caso de versões dub de suas canções.Gainsbourg sempre foi um artista versártil, fazia trilhas para cinema e gravava duetos com suas musas. Seu primeiro disco foi em 1958, ‘Du Chant à la Une!’, depois gravou discos com Brigite Bardot e Jane Barkin, que depois virou sua esposa e lhe deu uma filha, Charlotte Gainsbourg.O maior clássico da carreira de Gainsbourg foi ‘Je t’aime moi non plus’, gravada com as duas musas Brigitte Bardot e Jane Barkin. Eu particularmente prefiro a versão com a Barkin, mas gosto é gosto.Quando o rock’n’roll invadiu a França, Gainsbourg gravou um disco na Jamaica com gente como Sly Dunbar, Robbie Shakespear, Sticky Thompson e as vocalistas do 'I-Three', que cantavam com Bob Marley. Esse disco foi gravado em 1976, ‘L'Homme a Tete de Chou’, que significa ‘o homem com a cabeça de repolho’ em português. O negócio de Gainsbourg era a polêmica. Em 1979, gravou outro disco na Jamaica ‘Aux Armes et Caetera’ que desconstruía o hino francês, ‘A Marselhesa’. Por causa dessa canção, Gainsbourg foi severamente criticado por jornalistas e políticos franceses.Outra polêmica que Gainsbourg colecionou foi uma canção sobre pedofilia, ‘Lemon incest’, em que fez um dueto com a própria filha, Charlotte, com 13 anos na época. Também é dele a canção que fala sobre o suicídio, ‘Chatterton’, que Seu Jorge gravou no disco ‘Cru’.No dia em que Serge Gainsbourg morreu, dois de março de 1991, as boates francesas ao invés de silenciarem em reverência, tocaram ‘Je suis venu te dire que je m´en vais’, poema de despedida de Paul Verlaine, musicado por Serge Gainsbourg. link para download: http://www.4shared.com/file/47059654/db683e15/1959_N_2.html para saber mais sobre o cara acesse: http://euovo.blogspot.com/

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Ronaldo e as Bribas


A pergunta que não quer calar: será que foi engano da birita? hummmmmmm

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Wilson Simoninha - Vol. 2 - 2000


Wilson Simoninha é filho de Wilson Simonal, uma das grandes vozes dos anos 60 e dono de um balanço e divisões rítmicas de primeira. Do pai, além do timbre vocal e da semelhança física, herdou o nome, que modificou um pouco para diferenciar-se. Simoninha lançou o CD "Volume 2", bem recebido pela crítica, praticamente na mesma época em que seu irmão, Max de Castro, saiu no mercado com "Samba Raro". Em seu trabalho, evocou uma MPB dos anos 60, passando pelo soul, samba e bossa nova. Homenageou o pré-bossanovista Johnny Alf com "Eu e a Brisa" e Jorge Ben Jor na vinheta "Mas Que Nada" e na suingada "Bebete Vãobora", com releitura eletrônica. Ben Jor, aliás, é autor de um dos maiores sucessos na voz de Wilson Simonal, "País Tropical". Simoninha assinou "Orgulho", dividiu parceria com Bernardo Vilhena em "Aquele Gol" e cantou "Agosto", do irmão Max de Castro. O cantor praticamente saiu do berço trabalhando. Aos seis anos, fez a voz do personagem Cebolinha no disco "A Turma da Mônica". Nos anos 80, integrou a Banda do Zé Pretinho de Jorge Ben Jor, que na época ainda assinava Jorge Ben; também formou a Suite Combo, ao lado de João Marcello Bôscoli, hoje diretor da gravadora Trama, responsável por "Volume 2". Nos anos 90, Simoninha trabalhou na produção do Free Jazz e do Hollywood Rock. Em 1995, participou do disco "João Marcello Bôscoli & Cia". Recentemente, apareceu em "Artistas Reunidos", registro ao vivo de um show que reúne ele, o irmão Max de Castro, dois filhos de Jair Rodrigues — Jairzinho e Luciana — e Pedro Camargo Mariano, filho de Elis Regina e meio-irmão de João Marcello. Simoninha ainda atua nos bastidores da música, como diretor de uma das subdivisões da Trama, cuidando de nomes como Baden Powell, Demônios da Garoa e a Banda de Pífanos de Caruaru, entre outros. Download: Wilson Simoninha - Vol. 2 - 2000

Skowa e a Mafia - La Famiglia - 1989


Banda importante da música alternativa paulista da década de 80, Skowa – vocalista e principal compositor das músicas – e a máfia tornaram-se conhecidos nacionalmente graças ao hit “Atropelamento e Fuga”, do disco “La Famiglia”, de 1989. Muito antes de seu famoso projeto funky, Skowa já estava envolvido com música. Foi inspirado em Hendrix, que em 1970 montou sua primeira banda, na qual tocava violão e cantava. Com a descoberta de outros ritmos, principalmente o chorinho e a salsa, desde o início dos anos 80, misturou sons e estabeleceu-se na vanguarda da música paulista. Antes de montar sua Máfia, o músico tocou na grupo Sossega Leão, ao lado de outros grandes nomes da música paulista, como Guga Stroeter, Chico Guedes e o ex-Titã Nando Reis. Download: Skowa e a Mafia - La Famiglia - 1989